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A carga que você levanta importa menos do que a forma como você a levanta — veja os pontos de execução que tornam os três principais exercícios de força mais seguros e eficientes.
Um dos maiores estudos já feitos sobre o tema e uma meta-análise recente chegam à mesma conclusão: cada treino cumpre um papel diferente — e o corpo em emagrecimento precisa dos dois.
A ciência abandonou a cama e o colete: para a maioria das dores lombares, o exercício bem dosado é parte do tratamento — desde que você saiba o que adaptar.
Comer menos do que se gasta continua valendo — o que mudou é o que a pesquisa mostra sobre como o corpo reage quando você faz isso.
A atualização de 2026 do American College of Sports Medicine reuniu 137 revisões científicas e chegou a uma conclusão desconfortável para quem gosta de planilha complicada: consistência importa mais do que sofisticação.
Ficar muito tempo sentado pesa na saúde — mas os estudos mais recentes também apontam saídas simples, e não um alarme paralisante.
A ciência mostra que ganhar músculo e recuperar autonomia é possível mesmo depois dos 80 — e explica por onde começar com segurança
Estudo com mais de 87 mil adultos encontrou benefícios mesmo em níveis baixos de movimento, inclusive entre pessoas com fibrilação atrial.
Por que o segredo para correr mais longe e mais rápido está em desacelerar (na hora certa)
A queda do estrogênio muda a forma como o corpo responde ao esforço — e reorganizar as prioridades do treino é o que preserva força, densidade óssea e energia nessa fase
Entenda como ajustar as três variáveis que mais influenciam o ganho de massa muscular e monte um treino guiado por evidências, não por achismos.