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Uma receita de quinze minutos, agridoce e crocante, e a história de um ingrediente que atravessou séculos da medicina persa até chegar aos laboratórios de hoje.
Crocante por fora, macio por dentro e pronto em menos de uma hora, o bolinho é a porta de entrada para um alimento que atravessou milênios nos Andes até chegar à sua cozinha.
Farinha, água, sal e um punhado de sementes bastam para um pão de casca crocante e miolo úmido. O resto do trabalho fica por conta de bilhões de microrganismos e de algumas horas de paciência.
Uma versão com mais proteína e menos açúcar do clássico de festa, acompanhada da história de um doce nascido em campanha eleitoral e da ciência que explica o sabor do cacau.
Legumes assados, grão-de-bico crocante e azeitonas perfumadas para montar em quinze minutos, e o que a ciência descobriu sobre o jeito mediterrâneo de comer à mesa.
Por trás de cada tigela de ramen existe uma técnica milenar de extrair sabor — e ela cabe perfeitamente numa versão sem carne.
Por trás do caldo dourado e da crosta de queijo derretido existe uma técnica de cozimento lento e uma história que atravessa a corte francesa até os mercados de Paris.
Cremoso, dourado e com aquele sabor de fazenda — mas mais leve. Aqui a pasta de amendoim integral faz o papel do leite condensado, trazendo proteína e sabor de verdade no lugar do excesso de açúcar.
Uma torta salgada leve para a sexta-feira — e a história de como um prato camponês da fronteira franco-alemã conquistou o mundo (e ganhou queijo pelo caminho).
Uma receita de forno para o fim de semana — e a história da reação química centenária que separa um frango pálido de um frango dourado, crocante e perfumado.
Uma sobremesa que se resolve na geladeira, sem creme de leite nem gelatina — e a origem sul-americana de uma flor que missionários espanhóis leram como símbolo religioso.