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Trilhões de bactérias no seu intestino participam da saciedade, da inflamação e até da comunicação com o cérebro, e o que vai ao prato é a forma mais direta de cuidar delas.
O Brasil segue sem mudar os relógios neste verão, enquanto Estados Unidos e Europa voltam a discutir o tema. Entenda o que a ciência do sono diz sobre essa hora a mais ou a menos.
Estudos ligam o interesse ativo pelo novo a uma memória mais afiada, a um envelhecimento cognitivo mais lento e até a uma vida mais longa, e a boa notícia é que esse traço pode ser treinado em qualquer idade.
Estudos recentes reforçam que a qualidade do prato pesa no risco de demência, mesmo entre quem já tem sinais biológicos da doença, e mostram também onde termina a evidência e começa a promessa.
Entre engolir o que sente e descarregar tudo de uma vez existe um terceiro caminho, e a ciência já sabe bastante sobre como percorrê-lo.
Cansaço persistente, lapsos de memória e humor em baixa podem ter relação com a falta de um único nutriente, e investigar essa hipótese costuma exigir apenas um exame de sangue.
Da solidão como questão de saúde pública ao celular sobre a mesa e às máquinas que soam empáticas, as pesquisas mais relevantes mostram onde a tecnologia afasta as pessoas e onde pequenas escolhas fazem diferença.
As cores ao seu redor influenciam atenção, criatividade e disposição, mas o efeito depende do contexto, da luz e do significado que cada tom tem para você.
Estudo piloto da UCSF no JAMA Psychiatry: cortar 85% dos ultraprocessados produziu melhoras moderadas a grandes em três medidas de depressão em apenas 4 semanas.
Estudo com 277 mil adultos na Nature Communications mostra que solidão e isolamento juntos subtraem até 5,8 anos livres de depressão e ansiedade, com diferenças entre homens e mulheres.
Revisão sistemática na Sleep Medicine Reviews com mais de 1,3 milhão de participantes associa insônia a 26% mais risco de AVC e 28% mais chances de hospitalização