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Cansaço persistente, lapsos de memória e humor em baixa podem ter relação com a falta de um único nutriente, e investigar essa hipótese costuma exigir apenas um exame de sangue.
Da solidão como questão de saúde pública ao celular sobre a mesa e às máquinas que soam empáticas, as pesquisas mais relevantes mostram onde a tecnologia afasta as pessoas e onde pequenas escolhas fazem diferença.
Cobrar um colega, discordar da liderança ou apontar um erro não precisa terminar em mágoa. Preparação, escuta e clareza mudam o rumo dessas conversas.
Uma versão com mais proteína e menos açúcar do clássico de festa, acompanhada da história de um doce nascido em campanha eleitoral e da ciência que explica o sabor do cacau.
As cores ao seu redor influenciam atenção, criatividade e disposição, mas o efeito depende do contexto, da luz e do significado que cada tom tem para você.
As mulheres vivem mais, mas passam mais anos com doenças e limitações. Entenda o que muda no corpo feminino com a idade e quais hábitos têm respaldo científico para transformar tempo extra em qualidade de vida.
Saber ler os batimentos ajuda a dosar a intensidade, evoluir com segurança e parar de adivinhar se o treino foi leve ou pesado demais.
Estudo finlandês de 12 anos no Occupational & Environmental Medicine: pessoas com cronotipo vespertino aos 46 anos têm 1,7× mais risco de receber pensão por invalidez do que as matutinas.
Estudo no BMJ Open Sport & Exercise Medicine com 100 adultos mostra que agachamento isométrico 1×/semana mantém redução de 6,56 mmHg na sistólica — e 3×/semana chega a −13,73 mmHg.
Ensaio clínico randomizado da UC San Diego no JNCI: 12 meses de exercício desaceleraram o relógio epigenético em sobreviventes de câncer de mama — de 10 meses para apenas 1 mês de envelhecimento.
Estudo da Universidade Hebraica publicado na Science Advances mostra que comer na companhia de um ente querido gera picos de glicose menores e recuperação mais rápida após a refeição.