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Alimentação de qualidade não depende de um carrinho caro. Com algumas escolhas inteligentes no mercado e na cozinha, dá para nutrir bem o corpo gastando menos.
Vale a pena entrar naquela dieta relâmpago? O que as evidências realmente mostram
Proteína, vitamina D, magnésio e vitamina K dividem com o cálcio a tarefa de manter o esqueleto firme — e a maior parte desse trabalho começa no prato.
A ciência derrubou a promessa dos suplementos antioxidantes, mas confirmou o poder da comida colorida. Entenda o que funciona — e monte um prato que defende suas células.
Uma receita de forno para o fim de semana — e a história da reação química centenária que separa um frango pálido de um frango dourado, crocante e perfumado.
Começar o dia com carboidrato e deixar quase toda a proteína para o jantar é o padrão brasileiro — e a pesquisa sugere que distribuir melhor muda o resultado.
Uma sobremesa que se resolve na geladeira, sem creme de leite nem gelatina — e a origem sul-americana de uma flor que missionários espanhóis leram como símbolo religioso.
Cerca de um quinto da água que o corpo recebe todos os dias vem do prato — e leite, café e chá contam mais do que a fama sugere.
A ciência já explica por que o excesso de comida industrializada mantém o organismo em estado de alerta — e quais trocas fazem diferença na prática.
Entre diretrizes que pedem cautela e estudos que apontam benefícios concretos, entenda quando a suplementação faz sentido para você
Os rótulos prometem doçura sem culpa, mas a resposta dos estudos é menos glamourosa — e muito mais libertadora — do que o marketing sugere.