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Trilhões de bactérias no seu intestino participam da saciedade, da inflamação e até da comunicação com o cérebro, e o que vai ao prato é a forma mais direta de cuidar delas.
O Brasil segue sem mudar os relógios neste verão, enquanto Estados Unidos e Europa voltam a discutir o tema. Entenda o que a ciência do sono diz sobre essa hora a mais ou a menos.
A ciência da memória mostra que sessões curtas e frequentes rendem mais do que maratonas de fim de semana, e isso muda a forma de encaixar o estudo na agenda.
Uma receita de quinze minutos, agridoce e crocante, e a história de um ingrediente que atravessou séculos da medicina persa até chegar aos laboratórios de hoje.
Toda grande mudança começa com um fim e atravessa um intervalo de incerteza antes do recomeço. Entender esse processo, com a ajuda da ciência, torna a travessia menos solitária.
Cintura, pressão, glicose e gorduras no sangue contam uma história conjunta, e esse quadro responde muito bem a mudanças de hábito.
O corpo guarda mais do que parece, mas músculos, tendões e fôlego não retomam no mesmo ritmo, e é nesse descompasso que acontece a maioria das lesões.
Carboidrato na medida antes, proteína e reposição depois. A ciência mostra que o relógio importa menos do que se pensava, e o conteúdo do prato importa mais.
Da “memória” das células de gordura ao papel das fibras na absorção de calorias, cinco estudos recentes mostram por que emagrecer e manter o peso depende de muito mais do que força de vontade.
A IA já escreve, ilustra e compõe. Os primeiros dados mostram quem perdeu espaço, quem ganhou e quais habilidades passaram a valer mais no mercado criativo.
Crocante por fora, macio por dentro e pronto em menos de uma hora, o bolinho é a porta de entrada para um alimento que atravessou milênios nos Andes até chegar à sua cozinha.